A notícia da tão extemporânea morte de Paulo Robério Alves Barros, conhecido em toda Campina Grande e mesmo fora dela como “Robério Emplacamentos”, nome da sua empresa, deixou-nos perplexos e profundamente consternados. A primeira reação é duvidar; a segunda, ser tomado de grande tristeza; a terceira, lamentar, lamentar muito; A quarta, que nos acompanhará doravante, é a saudade.
Conhecia Robério há um bom tempo e, embora não tivéssemos uma convivência assídua – até mesmo pelas nossas atividades – ele era uma daquelas figuras por quem a gente alimenta uma simpatia natural, uma empatia espontânea. Encontramo-nos duas vezes durante viagens, ocasiões extremamente agradáveis, momentos que serviram para fixar a imagem que sempre levei e que para sempre levarei de Robério.
Diante de tão grande perda, exaltar a qualidade de quem nos deixa, sobretudo de forma tão inesperada, não é incorrer num gesto lugar-comum. É, na verdade, fazer aquilo que nos resta, que é reconhecer e exaltar uma memória digna de tributo. No seu ramo, Robério fez do próprio nome um emblema de serviço de qualidade e credibilidade, tornando-se referência na região. E, o mais importante de tudo: além de um empresário respeitado e bem-sucedido, era uma figura humana muito querida.
Não pude ir ao sepultamento de Robério. Mas, estive em seu velório, onde tantos e tantos amigos choravam, ao lado de uma família inconformada diante de tamanha dor, uma partida tão fora de hora, tão inacreditável, tão triste, que nos deixa tantas saudades. A estes entes que ora amargam tamanha dor, resta-nos direcionar aos céus uma oração, um pedido para que nosso Senhor e Deus traga o conforto, na esperança da vida eterna.
E todos nós, que aqui ficamos, seguindo nossa jornada de tempo incerto, juntamos nossas vozes à do poeta, repetindo o lamento: “É tão estranho / Os bons morrem jovens / Assim parece ser / Quando me lembro de você / Que acabou indo embora / Cedo demais”. Para Robério, uma canção de saudade.







2 comentários:
concordo com suas Palavras Arthur, Roberio, filha de minha prima Marlene , era aquela pessoa que conseguia mesmo estando stressado, ser educado.
saudades eternas
JOAO AIRES
NUNCA MAIS UM VENDEDOR DE PICOLE OU UM CATADOR DE PAPEL SERA VISTO DA MESMA POR AQUELES QUE UM DIA TIVERAM A SORTE DE CONHECER ROBERIO, HOMEM QUE VEIO DE BAIXO E CRESCEU MUITO SEM PERDER O CONTATO COM SUAS RAIZES!
UM ABRAÇO ROBERIO EMPLACAMENTOS, POR QUE ERA ASSIM QUE ELE GOSTAVA DE SER CHAMADO, QUALQUER DIA AMIGO AGENTE VAI SE ENCONTRAR!!!!!!! Keine Diniz.
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